La supervision de TCU et les garanties constitutionnelles du processus

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DOI :

https://doi.org/10.21680/1982-310X.2018v11n2ID16167

Mots-clés :

Cour fédérale des comptes, Garanties constitutionnelles, Fonctionnaires

Résumé

Les actions de la Cour fédérale des comptes (TCU) sont régies par des dispositions légales dont l'application, notamment en ce qui concerne le droit à une défense complète et à une procédure régulière, s'avère insuffisante. Cette étude a examiné la structure et la nature juridique de ces actions afin de les situer dans le contexte juridique national. À travers une analyse de situations actuelles et pertinentes relatives aux appels d'offres et au contrôle des travaux et services d'ingénierie, l'étude a cherché à comprendre le fondement de ces décisions afin d'analyser les atteintes potentielles qu'un audit peut porter aux droits et garanties des agents publics. Elle a mis en lumière la situation délicate de ces agents dans l'exercice de fonctions exigeant la connaissance de lois, de règlements et de directives jurisprudentielles en constante évolution et appliquées sans tenir compte des particularités de chaque cas. Cette situation engendre la crainte d'être punis, voire condamnés à des amendes, dans des cas où les responsabilités ne sont pas clairement définies. Elle caractérise un climat de peur au sein de l'administration, contribuant à créer un environnement organisationnel nuisible à la productivité. Il est conclu qu'il est peu efficace de recourir au pouvoir judiciaire pour violation de l'article 5, LV, de la Constitution, qui traite de la nécessité d'une procédure régulière et d'une défense complète, car l'opinion dominante est que, même en utilisant uniquement des preuves documentaires, les procédures devant la TCU (Cour fédérale des comptes brésilienne) ne contreviennent pas à la norme constitutionnelle susmentionnée, puisqu'il existe une disposition réglementaire dans la loi 8.443/1992 qui lui permet de réglementer ses procédures.

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Bibliographies de l'auteur-e

Milton Freire Gondim Filho, UFRN

Graduado em Administração (2005) e Direito (2010) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Especialista em Direito Civil e Processual Civil (2013) pela UFRN. Mestre em Direito (Constituição e Garantia de Direitos: Linha de Processo e Garantia de Direitos - 2019) pela UFRN.

José Orlando Ribeiro Rosário, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Professor Titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal da Bahia (1976), Mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000) e Doutorado em Direito pela Faculdade Autônoma de Direito de São Paulo (2011). Atualmente é membro do Colegiado do curso de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Chefe do Departamento de Direito Processual e Propedêutica da UFRN. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Processual Civil, atuando principalmente nos seguintes temas: direito, acesso à justiça, direito público, constituição, Filosofia do Direito, Direitos da Pessoa com Deficiência e desenvolvimento sustentável.

Leonardo Oliveira Freire, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Pós-Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Doutor em Filosofia Prática na área de Filosofia do Direito pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Mestre em Filosofia pela UFRN. Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito na UFRN. Professor de Direito da UNINASSAU/RN.

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Publié-e

04-04-2019

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FILHO, Milton Freire Gondim; ROSÁRIO, José Orlando Ribeiro; FREIRE, Leonardo Oliveira. La supervision de TCU et les garanties constitutionnelles du processus. Revue Numérique Constitution et Garantie des droits (RDCGD), [S. l.], v. 11, n. 2, p. 155–174, 2019. DOI: 10.21680/1982-310X.2018v11n2ID16167. Disponível em: https://www.periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/16167. Acesso em: 3 juill. 2026.

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