Principio fundamental para el medio ambiente
pequeñas centrales hidroeléctricas en la matriz energética brasileña
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2010v3n01ID4388Palabras clave:
Protección del medio ambiente, Pequeñas centrales hidroeléctricas, Energías renovablesResumen
Este documento analiza las pequeñas centrales hidroeléctricas desde la perspectiva del principio fundamental para el medio ambiente. Durante años, Brasil priorizó las grandes centrales hidroeléctricas sobre las pequeñas. La protección del medio ambiente adquirió relevancia jurídica constitucional en Brasil tras la promulgación de la Constitución Federal de 1988, cuando el derecho a vivir en un entorno ecológicamente equilibrado se elevó a la categoría de Derecho Humano Fundamental. Esta nueva concepción del medio ambiente influyó directamente en la apertura del mercado y el fomento de otras formas de energía renovable. Las pequeñas centrales eléctricas se consideran fuentes de energía renovable; sin embargo, fue solo después de la crisis conocida como el "Apagón" de 2001 que se empezaron a impulsar programas energéticos centrados en la protección, incluyendo estas centrales. Por consiguiente, la Ley 10.438 de 2002 especificó las pequeñas centrales hidroeléctricas como una de las incluidas en el Programa de Incentivos para Fuentes Alternativas de Energía Eléctrica (Proinfa). El potencial hidroeléctrico de Brasil favorece este tipo de fuente de energía, que consiste en proyectos que permiten un mejor servicio en pequeños núcleos urbanos y zonas rurales. Debido a la adaptación a los diversos retos del mercado económico y socioambiental, las pequeñas centrales eléctricas ya han superado varios cambios legislativos para su implementación. Actualmente representan una forma rápida y eficiente de impulsar la expansión del suministro eléctrico. Satisfacen la creciente demanda del mercado nacional, cumpliendo con la legislación ambiental en aras de minimizar el impacto ambiental.
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