La cláusula rebus sic stantibus a la luz de la justicia conmutativa aristotélica.
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2019v12n2ID18486Palabras clave:
Justicia conmutativa, Justicia distributiva, Cláusula rebus sic stantibusResumen
La cláusula rebus sic stantibus, consagrada en el derecho brasileño, guarda una estrecha relación con la justicia conmutativa, desarrollada por Aristóteles (384 a. C.-322 a. C.), especialmente en lo que respecta a la teleología. La teoría de las circunstancias imprevistas busca promover la justicia en las relaciones contractuales cuando las circunstancias cambian, considerando el equilibrio entre beneficios y pérdidas para las partes. Este estudio, mediante un método hipotético-deductivo, apoyado en la exposición de la doctrina jurídico-filosófica aristotélica y la historia y aplicación de la cláusula rebus sic stantibus, pretende analizar los problemas, en sus supuestos filosóficos y contexto histórico, para encontrar convergencias e influencias. Se concluye que existe una clara relación entre los elementos básicos de las instituciones, que comparten el mismo propósito, si bien no es posible afirmar de forma definitiva el vínculo histórico de la influencia de la doctrina aristotélica en el surgimiento de la cláusula.
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