Sobre la la (in)constitucionalidad del artículo 156, II, del Código de Procedimiento Penal
debate sobre la actividad judicial de oficio en materia procesal penal, cuando tiene por objeto "resolver una duda sobre un punto relevante"
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2021v14n1ID24635Palabras clave:
Procedimiento penal, Principios del procedimiento penal, Actuaciones probatorias en materia penalResumen
Este estudio analiza la (in)constitucionalidad del artículo 156, inciso II, del Código de Procedimiento Penal a la luz de los principios del sistema adversarial —introducido en el ordenamiento jurídico nacional por la Constitución Federal de 1988 y reforzado por la legislación del «paquete anticrimen»—. Examina el papel del juez penal durante la fase probatoria en un Estado democrático de derecho, así como la facultad de ordenar medidas —durante la etapa judicial del proceso penal y la ejecución de diligencias de investigación— para resolver dudas sobre cuestiones relevantes, contrastando al mismo tiempo los principios fundacionales y rectores del procedimiento penal brasileño.
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