El valor jurídico de la costumbre en el derecho positivo
un estudio comparativo entre el derecho africano y el europeo
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2023v16n1ID35895Palabras clave:
Costumbre, Derecho africano, Derecho positivo, Derecho comparado, Pluralismo jurídicoResumen
Este artículo aborda el valor jurídico de la costumbre en el derecho positivo, buscando realizar un estudio comparativo de la costumbre en el ámbito del derecho africano y europeo. En este contexto, el estudio seleccionó a Brasil, Portugal y Francia del sistema europeo, y a Mozambique, Angola y Sudáfrica del sistema africano. Este tema está vinculado a la necesidad de comprender el valor jurídico de la costumbre en el derecho positivo. Dado que el derecho siempre se ha considerado la fuente primaria del derecho, y considerando que, en la legislación nacional, el artículo 4 de la Constitución enfatiza el pluralismo jurídico, la existencia de diferentes grupos étnicos en el ordenamiento jurídico nacional subyace a esto, resaltando así el papel de la costumbre. Sin embargo, este papel no siempre se realiza plenamente, por lo que buscamos comprender su valor en el derecho positivo recurriendo al derecho comparado. Dado el amplio alcance del análisis de Europa y Mozambique, hemos seleccionado algunos países como referencia para el estudio, sin pretender, no obstante, agotar el tema, sino más bien aludir a su relevancia para lograr la justicia en diferentes ordenamientos jurídicos. Este estudio se enmarca en el derecho público comparado, habiendo sido escrito como requisito de evaluación para el módulo doctoral en derecho público, dentro del curso de derecho público comparado, con el objetivo de comparar la costumbre africana y europea desde una perspectiva doctrinal, buscando revisar la literatura existente y generar conciencia a nivel mundial. Como mecanismo para la realización de este artículo, adoptamos la investigación bibliográfica y los siguientes métodos: comparativo-inductivo y hermenéutico. Concluimos, por lo tanto, que la costumbre, como fuente del derecho, sigue siendo muy importante no solo en África sino en todo el mundo, como uno de los pilares para la realización de la justicia. En este sentido, no se puede negar la existencia de diferentes grupos étnicos que gobiernan sociedades distintas, enfatizando la necesidad de que los Estados valoren la costumbre, permitiendo la autonomía social en la gestión de los problemas sociales, es decir, la necesidad de buscar la realización del pluralismo jurídico.
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