La faisabilité de la réhabilitation des pédophiles en vertu du droit international des droits de la personne
DOI :
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2016v9n2ID12318Mots-clés :
Pédophilie , Réhabilitation, Dignité humaine, Droits de l'homme, Droit constitutionnelRésumé
La pédophilie est un problème grave auquel nous sommes confrontés aujourd'hui, surtout avec l'avènement des technologies, qui constituent un environnement propice à la dissimulation pour ces individus. La société, y compris le système judiciaire, a une vision déformée de la pédophilie et considère, à tort, tout agresseur d'enfants comme pédophile. Une meilleure compréhension de ce phénomène est nécessaire pour que l'État puisse adopter l'approche la plus appropriée et efficace. Le point crucial est que l'emprisonnement n'a aucun effet réparateur sur ces individus, car il ne s'agit pas simplement de pervers, mais de personnes souffrant de troubles psychiatriques profonds qui entravent leur autonomie. Dans ce contexte, la meilleure approche pour leur réadaptation consiste en une prise en charge multidisciplinaire impliquant des médecins de différentes spécialités et un psychologue, associée à un traitement médicamenteux. La société et l'État devraient également être ouverts à l'examen de nouvelles solutions comme la castration chimique.
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