Interprétation constitutionnelle dans une société de pluralisme juridique, espaces de juridiction citoyenne et limites du décisionnisme
DOI :
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2016v9n2ID12262Mots-clés :
Normes constitutionnelles , Théorie matérielle de la Constitution, LimitesRésumé
Il ne faut pas confondre les normes constitutionnelles avec le texte de la Constitution. Cette observation découle du dépassement d'une théorie formelle de la Constitution, par laquelle l'État s'est réadapté aux exigences d'une société mondialisée, de plus en plus exigeante. Dans cette optique, une critique du monisme juridique et, par conséquent, de la conception classique de l'État-nation comme unité de pouvoir et de législation, s'impose. Toutefois, cette critique, malgré son importance, mérite une attention particulière, sous peine de compromettre l'octroi sans restriction de droits et de nuire à la normativité nécessaire à l'équilibre des relations sociales. Cet essai vise donc à présenter les avancées de la théorie matérialiste de la Constitution, tout en abordant les limites nécessaires pour éviter un réalisme excessif en droit.
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