PEDAGOGÍA CRÍTICA COMO PROYECTO POLÍTICO-CULTURAL:
DIÁLOGOS ENTRE FREIRE, GIROUX Y BELL HOOKS SOBRE EDUCACIÓN Y RESISTENCIA
DOI:
https://doi.org/10.21680/1984-3879.2026v26n1ID40922Palabras clave:
Pedagogía crítica;, Educación y Politica;, Resistencia;, Subjetividad.Resumen
Este artículo analiza la concepción de la educación como práctica de resistencia en el pensamiento de Henry Giroux, articulándola con la tradición de la pedagogía crítica de Paulo Freire, las contribuciones de Bell Hooks y los fundamentos filosófico-políticos de Antonio Gramsci. Parte del supuesto de que la educación no es un acto neutral, sino un proceso cultural y político en el que se disputan significados, identidades y proyectos de sociedad. Giroux concibe la escuela como un espacio ambivalente, que reproduce la hegemonía pero también posee potencial transformador, capaz de formar sujetos críticos y comprometidos. En este modelo, la figura del educador trasciende el papel técnico y asume la función de intelectual público, responsable de promover la ciudadanía democrática y la justicia social. La pedagogía crítica, al rechazar la neutralidad y la mercantilización del saber, propone una formación que articula sensibilidad ética, conciencia histórica y compromiso emancipador. A pesar de las críticas que señalan su sesgo ideológico, idealismo y dificultades prácticas, Giroux sostiene que la resistencia puede emerger de prácticas escolares cotidianas y significativas. Finalmente, se afirma que educar es un acto ético, político y amoroso que convoca a educadores y educandos a participar en la construcción de una sociedad más justa, crítica y democrática.
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