Arrendamiento

la posibilidad de desestructurar el contrato mediante la anticipación del Valor Residual Garantizado (VRG)

Autores/as

Palabras clave:

Contrato, Arrendamiento comercial, Arrendamiento, Valor residual garantizado (VRG), Desclasificación

Resumen

La sociedad se desarrolla constantemente y el consumo aumenta continuamente, lo que hace necesario contar con un contrato de financiación que permita el acceso al mercado para todos, dando origen así al contrato de arrendamiento. Este contrato, conocido en el ámbito jurídico como «leasing», es aquel en el que una persona, ya sea física o jurídica, que desea utilizar un bien durante un período determinado, lo hace a través de una entidad financiera que lo adquiere y se lo arrienda. De esta forma, el arrendamiento, o simplemente leasing, constituye un método de financiación para el arrendatario, que le permite usar y disfrutar de un bien que necesita sin tener que desembolsar inicialmente su valor total. Al finalizar el contrato, puede prorrogarlo, devolver el bien o ejercer la opción de compra, convirtiéndose en propietario del mismo mediante el pago del valor residual, que es el valor total del bien menos los pagos realizados por el arrendatario. El Valor Residual y el Valor Residual Garantizado (VRG) forman parte del contrato de arrendamiento, pero son conceptos distintos con funciones diferentes; sin embargo, a menudo se confunden como si fueran lo mismo. Durante un tiempo, el Tribunal Superior de Justicia (STJ) sostuvo que el pago anticipado del Valor Residual Garantizado distorsionaría la naturaleza del arrendamiento; no obstante, esta interpretación ha cambiado y ahora se ha establecido que el pago anticipado del VRG no invalida el contrato de arrendamiento. Por lo tanto, aunque aún existen diversas opiniones doctrinales, la anticipación del valor residual (VRG) no conlleva la invalidez del contrato original ni puede causar daño a las personas, la comunidad o la sociedad.

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Biografía del autor/a

Luciano Souto Dias, Universidade Federal do Espírito Santo

Doutor pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Mestre em Direito Processual pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Mestre em Direito Público pela UPAP. Especialista com pós-graduação latu sensu em Direito Civil e Direito Processual Civil, pela Fadivale. Graduado em Direito pela Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce- Fadivale. Atualmente, professor titular do curso de graduação em Direito (desde 2003) na Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce - FADIVALE, nas disciplinas de Direito Processual Civil; Direito Civil, parte geral; Introdução ao Estudo do Direito, Direito de Família, Tópicos Especiais de Direito Processual Civil, Direito Autoral e Prática de Processo Civil. Professor de Direito Digital, DPC, Prática Jurídica e de Deontologia Jurídica na UNIVALE (1 lugar no concurso) Professor no IFMG (2023-2024 - 1 lugar no Concurso), campus Governador Valadares, na graduação e pós-graduação, nas disciplinas de Metodologia de Pesquisa, Direito Civil, Direito do Trabalho e Direito Ambiental. Integrante da Comissão de pesquisa do IFMG. Professor na TV JUSTIÇA (2025). Professor nos cursos de pós-graduação latu sensu (desde 2006) em disciplinas de Direito Civil e Processual Civil, na Fadivale e convidado em outras instituições brasileiras. Controlador-Geral do Município de Governador Valadares/MG (2017 a 2024). 

Tallyta Natane de Oliveira Reis, Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce

Advogada. Bacharela em Direito pela Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce FADIVALE – Governador
Valadares (MG).

Citas

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Publicado

28-10-2015

Cómo citar

DIAS, Luciano Souto; REIS, Tallyta Natane de Oliveira. Arrendamiento: la posibilidad de desestructurar el contrato mediante la anticipación del Valor Residual Garantizado (VRG) . Revista Digital Constitución y Garantía de Derechos , [S. l.], v. 8, n. 1, p. 21–39, 2015. Disponível em: https://www.periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/8165. Acesso em: 11 jun. 2026.

Número

Sección

Artigos

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