Acción afirmativa y cuotas raciales para mujeres negras en la sociedad brasileña

igualdad de oportunidades e inclusión social

Autores/as

  • Adriane Medianeira Toaldo Universidade Luterana do Brasil
  • Carine Volz Zaiosc Universidade Luterana do Brasil
  • Felipe Mattos dos Santos Universidade Luterana do Brasil

DOI:

https://doi.org/10.21680/1982-310X.2021v14n1ID24833

Palabras clave:

Acción afirmativa, Mujer negra, Desigualdad

Resumen

Este estudio busca resaltar la importancia de las políticas de acción afirmativa para las personas de origen negro en Brasil, dada la historia de desigualdad social en un país con una gran diversidad étnica y cultural. Por lo tanto, se propone enfatizar la efectividad de las cuotas raciales para el acceso de las mujeres afrodescendientes a los sectores público y privado nacionales. Se hace hincapié en la promoción de políticas públicas para la inclusión social, racial y de género, así como en la perpetuación de estas medidas gubernamentales en los próximos años, hasta alcanzar un equilibrio cultural. La metodología empleada fue el método inductivo, basado en fundamentos teóricos, debido a los debates actuales sobre el trato desigual que reciben las mujeres, especialmente las mujeres negras en Brasil, lo que subraya la necesidad de políticas públicas, a través de la acción afirmativa, para facilitar el ingreso de este segmento de la población al sector público. La técnica de investigación utilizada consiste en documentación indirecta, basada en la investigación bibliográfica. Por lo tanto, utilizando la legislación y la doctrina como parámetros, este estudio profundiza en la acción afirmativa para la población negra, en particular las cuotas, y las especificidades que conciernen a las mujeres, destacando los hechos más relevantes y proporcionando una visión general de la necesidad de la participación de toda la sociedad y del Estado.

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Biografía del autor/a

Adriane Medianeira Toaldo, Universidade Luterana do Brasil

Doutora em Direito pelo Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), Santa Cruz do Sul, RS (2017). Mestre em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), Santa Cruz do Sul, RS (2002). Especialista em Direito Civil e Processual Civil pelas Faculdades Integradas do Instituto Ritter dos Reis, Canoas, RS (1999). Especialista em Tecnologias Digitais Aplicadas à Educação pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) (2021). Especialista em Gestão e Docência no Ensino Superior na ULBRA Canoas, RS (2025). Graduada em Direito pela Universidade de Cruz Alta, Unicruz, Cruz Alta, RS (1995). Atuou como professora Adjunta do Curso de Graduação em Direito e da Pós-Graduação lato sensu da Universidade Luterana do Brasil - Campus Santa Maria, RS (2004-2023), nas modalidades presencial e EAD, ministrando as disciplinas de Direito Processual Civil, Direito Civil, Prática Jurídica em Direito Civil, Ética Profissional e Estágio no Núcleo de Práticas Jurídicas.

Carine Volz Zaiosc, Universidade Luterana do Brasil

Possui graduação em Direito-022231 pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Campus Santa Maria/RS (2018). Tem experiência na área de Direito Civil e Processo Civil, com especialização em Direito Público e em Direito Civil e Direito Processual Civil ambas pela Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP/RS), concluídas em 2021 e 2022, respectivamente. Membro do Grupo de Pesquisa do Núcleo de Estudos Avançados em Direito Processual Civil da UFSM (NEAPRO/UFSM).

Felipe Mattos dos Santos, Universidade Luterana do Brasil

Bacharel em Direito pela Universidade Luterana do Brasil, Campus Santa Maria, RS,

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Publicado

05-04-2022

Cómo citar

TOALDO, Adriane Medianeira; ZAIOSC, Carine Volz; SANTOS, Felipe Mattos dos. Acción afirmativa y cuotas raciales para mujeres negras en la sociedad brasileña: igualdad de oportunidades e inclusión social. Revista Digital Constitución y Garantía de Derechos , [S. l.], v. 14, n. 1, 2022. DOI: 10.21680/1982-310X.2021v14n1ID24833. Disponível em: https://www.periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/24833. Acesso em: 28 jul. 2026.

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