Estar en Hegel y los juicios virtuales
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2019v12n2ID19221Palabras clave:
Juicio virtual, Ciencias sociales aplicadas, FilosofíaResumen
El rasgo distintivo de la posmodernidad ha sido la inmediatez de la gratificación. Existe una búsqueda constante por alcanzar el objetivo deseado en el menor tiempo posible, a lo que se atribuye lo que se denomina eficacia. La velocidad que ofrece la virtualización ha afectado las relaciones humanas de diversas maneras, especialmente el orden judicial, impactando en última instancia los fundamentos afectivos en nombre del supuesto progreso. La implementación de un sistema que minimiza y, en ocasiones, reemplaza el análisis cognitivo humano ha invadido el espacio tanto del juez como del juzgado, ignorando la racionalidad intrínseca de la relación social y jurídica como ciencia humana, lo que ha conducido a la robotización de decisiones que afectan directamente a toda una sociedad.
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