Colégio dos Educandos Artífices e os jovens carentes de Fortaleza
DOI :
https://doi.org/10.21680/2596-0113.2026v9n1ID42108Mots-clés :
História Cultural, Infância e Adolescência, Educação Oitocentista, Colégio dos Educandos ArtíficesRésumé
O artigo aborda a trajetória do Colégio dos Educandos Artífices do Ceará (1856-1869) sob a perspectiva da História Cultural e analisa esta instituição enquanto espaço disciplinador e civilizador para jovens carentes do Ceará. O texto apresenta o recorte de uma pesquisa de mestrado em andamento, embasado na metodologia de estudo de caso e fontes documentais. Evidencia-se como a instituição, por meio de práticas disciplinares e artísticas, como a música, buscou legitimar um projeto educacional reformador, integrando os indivíduos ao mundo do trabalho, ao mesmo tempo em que enfrentou a resistência das famílias. Com autores como Peter Burke (2004), Roger Chartier (1988) e Mary Del Priore (2023) concluiu-se que os conceitos de infância e adolescência eram fluidos e socialmente construídos.
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© Maria Leonila Euclides Jorge, Inez Beatriz de Castro Martins Gonçalves 2026

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