Astronomia cultural e decolonialidade
uma experiência de práxis docente itinerante no ensino de Física.
DOI:
https://doi.org/10.21680/2763-6488.2026v8n1ID43212Palavras-chave:
Ensino de Física, Decolonialidade, Espaço não formal, Divulgação Científica, Estágio SupervisionadoResumo
O presente trabalho é um relato de experiência sobre o Estágio Supervisionado I na Licenciatura em Física, desenvolvido em um projeto de extensão itinerante no interior do Pará. A intervenção pedagógica teve como foco a Astronomia Cultural, abordando cosmologias Tupi-Guarani e Tukano para alunos da rede pública e para a comunidade em espaços não formais. A prática buscou subverter o ensino eurocêntrico de astronomia, utilizando a mediação científica e o manuseio de telescópios como ferramentas de alfabetização científica e decolonialidade. Os resultados demonstram que a inserção de saberes originários promove maior engajamento discente e atua como facilitadora para o ensino de conceitos físicos clássicos, como o sistema solar e as marés em cidades costeiras. Conclui-se que a vivência itinerante é fundamental para a formação de uma identidade docente crítica, capaz de articular rigor científico com sensibilidade cultural e compromisso antirracista no currículo de Física.
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