DESENHO URBANO E CONFORTO TÉRMICO
parâmetros de análise para cidades médias de clima quente
DOI:
https://doi.org/10.21680/2448-296X.2026v11n3ID42818Palabras clave:
desenho urbano, conforto térmico urbano, cidades médiasResumen
Em cidades médias inseridas em contextos de clima quente, os processos recentes de expansão urbana e adensamento têm contribuído para o agravamento das condições microclimáticas, especialmente quando associados à impermeabilização do solo, à redução da vegetação e à ausência de diretrizes ambientais no planejamento urbano. Nesses contextos, decisões relacionadas ao desenho urbano produzem impactos diretos no desempenho térmico dos espaços públicos e residenciais, com reflexos na qualidade ambiental e no bem-estar da população. Diante desse cenário, este artigo discute de que maneira o desenho urbano e os parâmetros que o compõem podem atuar na mitigação ou intensificação do desconforto térmico em cidades médias. A análise articula revisão bibliográfica, legislação urbanística e critérios presentes em sistemas de certificação ambiental, permitindo uma leitura integrada das relações entre desenho urbano, regulação normativa e condições térmicas. A discussão indica que a recorrência de padrões urbanos com limitada incorporação de condicionantes ambientais está associada à ausência de critérios climáticos nos instrumentos de planejamento, comprometendo o desempenho ambiental do tecido urbano. Ao organizar esses parâmetros, o estudo oferece subsídios à reflexão crítica sobre o papel do desenho urbano frente aos desafios climáticos contemporâneos, contribuindo para o debate sobre planejamento urbano sensível ao clima em cidades médias.
Descargas
Citas
ACIOLY JR., C.; DAVIDSON, F. Densidade urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana. 2. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2011. 104 p.
ALBANI, V. Trajetória do crescimento da cidade de Colatina. 2012. 161 f. 1 Figura. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2012.
ANDRADE, T. A.; SERRA, R. V. O recente desempenho das cidades médias no crescimento populacional urbano brasileiro. Texto para discussão nº 554. IPEA. Rio de Janeiro, 1998. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/pub/td/td0554.pdf. Acesso em: janeiro. 2026.
ASHRAE. ANSI/ASHRAE Standard 55-2013: Thermal Environmental Conditions for Human Occupancy. Atlanta: ASHRAE, 2013. Disponível em: https://ierga.com/hr/wp-content/uploads/sites/2/2017/10/ASHRAE-55-2013.pdf. Acesso em: janeiro. 2026.
AMORIM, A. C.; LUCHI, B. F.; COSTA, G. F.; ASSIS, G. Z. A.; THOMAZ, J. N. L.; CANNI, M. S. Fenômeno das Ilhas de Calor na cidade de Colatina-ES. Revista Ifes Ciência, [S.L.], v. 6, n. 2, p. 52-64, 28 ago. 2020. IFES – Instituto Federal do Espírito Santo. DOI: 10.36524/ric.v6i2.801. Disponível em: http://dx.doi.org/10.36524/ric.v6i2.801. Acesso em: agosto. 2025.
AMORIM, M. C. C. T.; DUBREUIL, V.; QUENOL, H.; NETO, J. L. S.. Características das ilhas de calor em cidades de porte médio: exemplos de Presidente Prudente (Brasil) e Rennes (França). Confins. Revue franco-brésilienne de géographie/Revista franco-brasilera de geografia, n. 7, 2009. Disponível em: https://journals.openedition.org/confins/6070. Acesso em: janeiro. 2026.
BARBIRATO, G. M.; SOUZA, L. C.; TORRES, S. Clima e cidade: a abordagem climática como subsídio para estudos urbanos. Maceió: EDUFAL, 2007. 201 p.
BRASIL. Governo Federal. Ministério das Cidades. Dia Mundial do Meio Ambiente – Ministério das Cidades assina Decreto do Programa Cidades Verdes em cerimônia no Palácio do Planalto. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/dia-mundial-do-meio-ambiente-2013-ministerio-das-cidades-assina-decreto-do-programa-cidades-verdes-em-cerimonia-no-palacio-do-planalto. Acesso em: maio. 2025.
BRASIL. Governo Federal. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Áreas Verdes e Arborização Urbana. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/meio-ambiente-urbano-recursos-hidricos-qualidade-ambiental/cidades-verdes-resilientes/areas-verdes-e-arborizacao-urbana. Acesso em: maio. 2025.
BRASIL. Governo Federal. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. MMA lança processo de construção participativa do Plano Nacional de Arborização Urbana. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/mma-lanca-processo-de-construcao-participativa-do-plano-nacional-de-arborizacao-urbana. Acesso em: maio. 2025.
CABEZAS, C. Primer Lugar Concurso Público Internacional de Anteproyectos Parque del Río en la ciudad de Medellín. 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Costa, Isabela). Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/01-165814/primeiro-lugar-no-concurso-internacional-para-o-parque-do-rio-em-medellin. Acesso em: janeiro. 2026.
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Guia Selo Casa Azul + CAIXA. 2025. Disponível em: https://www.caixa.gov.br/Downloads/selo_casa_azul/guia-selo-casa-azul-caixa.pdf. Acesso em: agosto. 2025.
CARMONA, M.; HEATH, T.; OC, T.; TIESDELL, S. Public Places Urban Spaces: the dimensions of urban design. 3. ed. New York: Routledge, 2021. Disponível em: https://arch355processofurbandesign.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/10/public_places_urban_spaces-ebookoid.pdf. Acesso em: agosto. 2025.
CERDÀ, Ildefonso. Teoría general de la urbanización. Madrid: Imprenta Española, 1867. Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=4j1aMck0YtoC&pg=PA821&hl=pt-BR&source=gbs_selected_pages&cad=1#v=onepage&q&f=false. Acesso em: abril. 2025.
CHOAY, F.. O Urbanismo. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992.
COLATINA. Lei nº 3.547, de 05 de abril de 1990. Colatina, ES. Disponível em: https://www.camaracolatina.es.gov.br/uploads/files/acesso-rapido/lei-organica.html. Acesso em: novembro. 2025.
COLATINA. Lei nº 4.227, de 12 de fevereiro de 1996. Colatina, ES, 12 de fev. de 1996. Disponível em: https://colatina.s3.sa-east-1.amazonaws.com/prefeitura/legislacao_compilada/Arquivo/Documents/legislacao/html/L42271996.html. Acesso em: agosto. 2025.
COLATINA. Lei nº 5.273, de 12 de março de 2007. Colatina, ES, 12 de março de 2007. Disponível em: https://colatina.s3.sa-east-1.amazonaws.com/prefeitura/legislacao_compilada/Arquivo/Documents/legislacao/html/L52732007.html. Acesso em: agosto. 2025.
CUNHA, É. J. R. A natureza do espaço urbano: formação e transformação de territórios na cidade contemporânea. 2008. 144 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Arquitetura e Urbanismo, Escola de Arquitetura da UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2008. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/RAAO-7EFPDL/1/a_natureza_do_espa_o_urbano.pdf. Acesso em: agosto. 2025.
DEL RIO, V. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento. São Paulo: Pini, 1990. 200 p. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/338269842/Introducao-Ao-Desenho-Urbano-Vicente-Del-Rio. Acesso em: agosto. 2025.
ESPÍRITO SANTO. Lei nº 11.174, de 25 de setembro de 2020. Altera o Anexo Único da Lei nº 9.768, de 26 de dezembro de 2011. Diário Oficial do Estado do Espírito Santo, Vitória, 25 set. 2020. Disponível em: https://sedes.es.gov.br/Media/Sedes/Documenta%C3%A7%C3%A3o/LEI%20N11.174%20DE%2025%20DE%20SETEMBRO%20DE%202020-1.pdf. Acesso em: janeiro. 2026.
GARTLAND, L. Ilhas de Calor: como mitigar zonas de calor em áreas urbanas. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. 256 p. Tradução de : Silvia Helena Gonçalves. Disponível em: https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=3DE8DwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PT3&dq=ilhas+de+calor+urbano&ots=BdJZsDENaT&sig=j2K3jXlyVSPzQqJB5kf-cbzwr_s#v=onepage&q=ilhas%20de%20calor%20urbano&f=false. Acesso em: 05 maio 2025.
GEHL, Jan. Cidades Para Pessoas. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.
GIVONI, B. Urban Design in Different Climates. Los Angeles: World Meteorological Organization, 1989. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/708078199/1989-GIVONI-Urban-Design-in-Different-Climates. Acesso em: maio. 2025.
GOVEIA, P. B. Por que Curitiba é a Capital Ecológica do Brasil? Portal Comunicare. 2022. Disponível em: https://www.portalcomunicare.com.br/por-que-curitiba-e-a-capital-ecologica-do-brasil/. Acesso em: junho. 2025.
GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL (GBC). Conheça a Certificação LEED. 2025. Disponível em: https://www.gbcbrasil.org.br/certificacao/certificacao-leed/. Acesso em: agosto. 2025.
GRIMM, N. B.; FOSTER, D.; GROFFMAN, P.; GROVE, M.; HOPKINSON, C.; NADELHOFFER, K. J.; PATAKI, D.; PETERS, D. The changing landscape: ecosystem responses to urbanization and pollution across climatic and societal gradients. Frontiers in Ecology and the Environment, Washington, v. 6, n. 5, p. 264-272, 04 jun. 2025. Bimestral. DOI: 10.1890/070147. Disponível em: https://esajournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1890/070147. Acesso em: junho. 2025.
JATOBÁ, S. U. S. Urbanização, meio ambiente e vulnerabilidade social. Boletim Regional, Urbano e Ambiental: Ipea, Brasília, n. 5, p. 141-148, 2011. Semestral. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/entities/journalissue/df457a9a-5b03-4a94-8bd5-d818b7e920bd/full. Acesso em: maio. 2025.
KYRIAKODIS, G. E.; SANTAMOURIS, M. Using reflective pavements to mitigate urban heat island in warm climates - Results from a large scale urban mitigation project. Urban Climate, [S.L.], v. 24, p. 326-339, 2018. Elsevier BV. DOI: 10.1016/j.uclim.2017.02.002. Disponível em: https://ia600906.us.archive.org/21/items/mccl_10.1016_j.uclim.2017.02.002/10.1016_j.uclim.2017.02.002.pdf. Acesso em: agosto. 2025.
LAMBERTS, R.; DUTRA, L.; PEREIRA, F. O. R. Eficiência energética na arquitetura. 3. ed. Rio de Janeiro: Eletrobrás/ Procel, 2014. 366 p. Disponível em: https://labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_energetica_na_arquitetura.pdf. Acesso em: maio 2025.
LECHNER, N. Heating, Cooling, Lighting: sustainable methods for architects. New Jersey: John Wiley & Sons Inc., 2015. Disponível em: https://archive.org/details/HeatingCoolingLighting/page/n3/mode/2up. Acesso em: abril. 2025.
LEFEBVRE, H. The Production of Space. Massachusetts: Blackwell, 1991. 454 p. Translated by Donald Nicholson-Smith. Disponível em: https://monoskop.org/images/7/75/Lefebvre_Henri_The_Production_of_Space.pdf. Acesso em: junho. 2025.
LIU, Zheming; LI, Jin; XI, Tianyu. A Review of Thermal Comfort Evaluation and Improvement in Urban Outdoor Spaces. Buildings, [S.L.], v. 13, n. 12, p. 3050, 7 dez. 2023. MDPI AG. Disponível em: https://www.mdpi.com/2075-5309/13/12/3050. Acesso em: janeiro. 2026.
MARICATO, Ermínia. As idéias fora do lugar e o lugar fora das idéias: planejamento urbano no Brasil. In: ARANTES, Otília; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. A cidade do pensamento único: desmanchando consensos. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 121-192. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/714345953/MARICATO-Erminia-As-ideias-fora-do-lugar-e-o-lugar-fora-das-ideias.pdf. Acesso em: abril. 2025.
MARUYAMA, C. M. Pavimentos brandos para a mitigação das Ilhas de Calor: o caso do jardim da luz e seu entorno em São Paulo/SP. 2020. 266 f. Tese (Doutorado) - Curso de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2020. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-26032021-125251/publico/TECintiaMiuaMaruyama_rev.pdf. Acesso em: maio. 2025.
MASCARÓ, J. L. Loteamentos Urbanos. 2. ed. Porto Alegre: Masquatro, 2005. 212 p. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/516918440/Loteamentos-Urbanos-Juan-Luiz-Mascaro. Acesso em: agosto. 2025.
MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2017. 208 p. Disponível em: https://books.google.com.br/books/about/Climatologia_no%C3%A7%C3%B5es_b%C3%A1sicas_e_climas.html?id=cThNDgAAQBAJ&printsec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false. Acesso em: maio. 2025.
MILLER, G. T.; SPOOLMAN, S. Ecologia e sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012. 400 p.
MONTEIRO, C. A. F. Teoria e clima urbano. 1975. 219 f. Tese (Livre Docência) - Curso de Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Geografia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1975. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/564201428/Monteiro-teoria-e-Clima-Urbano. Acesso em: maio. 2025.
MOUDON, A. V.. Urban Morphology as an emerging interdisciplinary field. Urban Morphology, [S.L.], v. 1, n. 1, p. 3-10, 1997. International Seminar on Urban Form. DOI: 10.51347/jum.v1i1.4047. Disponível em: https://journal.urbanform.org/index.php/jum/article/view/4047/3358. Acesso em: agosto. 2025.
NUNES, Leonardo. As estratégias das cidades desérticas para mitigar os efeitos do calor extremo. Perfil Brasil, Brasil, 2025. Disponível em: https://brasil.perfil.com/mundo/as-estrategias-das-cidades-deserticas-para-mitigar-os-efeito-do-calor-extremo.phtml. Acesso em: maio. 2025.
OHASHI, Y.; GENCHI, Y.; KONDO, H.; KIKEGAWA, Y.; YOSHIKADO, H.; HIRANO, Y. Influence of air-conditioning waste heat on air temperature in Tokyo during summer: numerical experiments using an urban canopy model coupled with a building energy model. Journal of Applied Meteorology and Climatology, v. 46, n. 1, p. 66 - 81, 2007. DOI: 10.1175/JAM2441.1. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/258698959_Influence_of_Air-Conditioning_Waste_Heat_on_Air_Temperature_in_Tokyo_during_Summer_Numerical_Experiments_Using_an_Urban_Canopy_Model_Coupled_with_a_Building_Energy_Model. Acesso em: janeiro. 2026.
OKE, T. R. Boundary Layer climates. 2. ed. London: Methuen, 1987. 435 p. Disponível em: https://bayanbox.ir/view/6693893538424427706/T.-R.-Oke-Boundary-Layer-Climates-Second-Editio-BookFi.org.pdf. Acesso em: abril. 2025.
OKE, T. R. Canyon geometry and the nocturnal urban heat island: comparison of scale model and field observations. Journal Of Climatology, [S.L.], v. 1, n. 3, p. 237-254, jul. 1981. Wiley. DOI: 10.1002/joc.3370010304. Disponível em: https://rmets.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/joc.3370010304. Acesso em: outubro. 2025.
OKE, T. R.; MILLS, G.; CHRISTEN, A.; VOOGT, J. A. Urban Climates. Reino Unido: Cambridge University Press, 2017. 546 p.
PAINEL BRASILEIRO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS (PBMC). Impactos, vulnerabilidades e adaptação: sumário executivo: contribuição do grupo de trabalho 2 ao primeiro relatório de avaliação nacional do painel brasileiro de mudanças climáticas. Rio de Janeiro, 2013. Disponível em: https://gaigerco.furg.br/images/Arquivos-PDF/PBMC_Sumario_Executivo_Impactos_Vulnerabilidades_e_Adaptao_WEB_2.pdf. Acesso em: abril. 2025.
PBE EDIFICA. PBE – Programa Brasileiro de Etiquetagem. 2020. Disponível em: https://www.pbeedifica.com.br/sobre. Acesso em: agosto. 2025.
PENG, S.; PIAO, S.; CIAIS, P.; FRIEDLINGSTEIN, P.; OTTLE, C.; BRÉON, F. M.; NAN, H.; ZHOU, L.; MYNENI, R. B. Surface Urban Heat Island Across 419 Global Big Cities. Environmental Science & Technology, [S.L.], v. 46, n. 2, p. 696-703, 2011. American Chemical Society (ACS). DOI: 10.1021/es2030438. Disponível em: https://www.atmos.albany.edu/facstaff/zhou/pdf/pdf_papers/Peng_et_al_2012a.pdf. Acesso em: maio. 2025.
PINHEIRO, T. C.; GUEDES, R. G.; BARBIERI, A. F. Cidades Médias e vulnerabilidade às mudanças climáticas no Brasil: elementos para integração do debate a partir de estudos de caso. ClimaCom, Cultura Científica: Pesquisa, Jornalismo e Arte, ano 3, n. 5, 2016. Disponível em: https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/cidades-medias-e-vulnerabilidade-as-mudancas-climaticas-no-brasil-elementos-para-integracao-do-debate-a-partir-de-estudos-de-caso/. Acesso em: janeiro. 2026.
REIS, L. F.; SILVA, R. L. M. Decadência e renascimento do Córrego Cheong-Gye em Seul, Coreia do Sul: as circunstâncias socioeconômicas de seu abandono e a motivação política por detrás do projeto de restauração. Urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana, [S.L.], v. 8, n. 1, p. 113-129, 15 dez. 2015. FapUNIFESP (SciELO). DOI: 10.1590/2175-3369.008.001.ao01. Disponível em: https://www.scielo.br/j/urbe/a/DXMSKLqcxhGc7HCNRxQ8NwN/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: janeiro. 2026.
ROMERO, M. A. B. Princípios bioclimáticos para o desenho urbano. São Paulo: Copymarket.Com, 2000. 63 p. Disponível em: https://airesfernandes.weebly.com/uploads/5/1/6/5/5165255/princpios_bioclimticos_para_o_desenho_urbano.pdf. Acesso em: maio. 2025.
SAINT-GENIÈS, G.L. The IPCC Report Will Have Profound Effects on Climate Governance. 2018. Centre for International Governance Innovation (CIGI). Disponível em: https://www.cigionline.org/articles/ipcc-report-will-have-profound-effects-climate-governance/?utm_source=google_ads&utm_medium=grant&gad_source=1&gad_campaignid=10036012461&gbraid=0AAAAADsVJIeqHj1x8QeJc7AWsrGHpib78&gclid=CjwKCAjwgb_CBhBMEiwA0p3oOATmAP0_F7Env6Oa6ijgAGC8hJMxbXgQ-gC_li-CwsZuxSi-o025BxoCgQMQAvD_BwE. Acesso em: junho. 2025.
SANTOS, M. A urbanização brasileira. São Paulo: Hucitec, 1993. 157 p. Disponível em: https://professor.ufrgs.br/dagnino/files/santos_milton_a_urbanizacao_brasileira_1993.pdf. Acesso em: abril. 2025.
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO (TCE-ES). Planejamento governamental: 39 municípios capixabas estão com o PDM em atraso ou inexistente. Vitória, 2024. Disponível em: https://www.tcees.tc.br/noticias/planejamento-governamental-39-municipios-capixabas-estao-com-o-pdm-em-atraso-ou-inexistente/. Acesso em: janeiro. 2026.
VANZOLINI, Fundação. Como a Certificação AQUA impulsiona modelos de negócios sustentáveis. 2023. Disponível em: https://vanzolini.org.br/noticias/aqua-hqe-impulsiona-negocios-sustentaveis/. Acesso em: agosto. 2025.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Vivian ALBANI , Mariana dos Santos SILVA , Lucas Freitas PESSIM

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual segundo a qual é permitido o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir, separadamente, contratos adicionais para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), desde que com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) desde que concluído o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
- Não recomenda-se publicação e distribuição do artigo antes de sua publicação, pois isso poderá interferir na sua avaliação cega pelos pares.





