Raça, branquitude e produção científica na Biblioteconomia e Ciência da Informação
tensões epistêmicas em perspectiva bibliométrica
DOI:
https://doi.org/10.21680/2447-0198.2026v10n1ID42222Palavras-chave:
racismo, branquitude, Biblioteconomia e Ciência da Informação, bibliometria, justiça informacionalResumo
Este artigo apresenta uma análise bibliométrica da produção científica sobre racismo e branquitude na Biblioteconomia e Ciência da Informação (BCI), com base em publicações indexadas nas bases Scopus, Dimensions e Brapci (2010–2024). O estudo tem como objetivo mapear a evolução temporal da produção, identificar autores, instituições, países e fontes mais produtivos e analisar a configuração temática das pesquisas. Os resultados indicam crescimento recente das publicações, com pico entre 2020 e 2022, período associado a transformações sociopolíticas que ampliaram a visibilidade global dos debates antirracistas. Observa-se o protagonismo de pesquisadoras negras em posições de liderança no cenário internacional e nacional, bem como forte concentração geográfica da produção em instituições dos Estados Unidos e o Brasil como um dos principais polos no Sul Global. Nas bases internacionais, a produção é majoritariamente composta por artigos científicos, enquanto na Brapci destacam-se também os anais de eventos científicos, especialmente do ENANCIB, evidenciando o papel desses espaços na circulação de agendas críticas no contexto brasileiro. A análise temática revela diferenças entre os circuitos de publicação: enquanto as bases internacionais apresentam abordagens mais transversais associadas à diversidade e inclusão, a Brapci destaca perspectivas críticas e decoloniais articuladas a conceitos como branquitude, epistemicídio e justiça informacional. Conclui-se que, embora em expansão, essa agenda ainda apresenta baixa representatividade relativa na produção científica da área e permanece marcada por assimetrias estruturais na circulação do conhecimento.
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