Espaços em transição no sertão contemporâneo: uma análise do conto mentiras de amor (2017) e do filme viajo porque preciso, volto porque te amo (2009)
DOI:
https://doi.org/10.21680/1517-7874.2026v28n2ID43396Resumo
Resumo: O presente artigo busca analisar a figura do sertão na literatura e no cinema contemporâneos. Entendo sertão como um discurso construído ao longo do tempo e atribuído a determinados espaços com características geográficas específicas. O corpus da pesquisa é composto pelo conto “Mentiras de Amor”, do livro Faca e Livro dos Homens (2017), de Ronaldo Correia de Brito, e pelo filme Viajo porque preciso, volto porque te amo (2009), de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz. Acredito em uma mudança no uso dessa figura em nossas artes, visto que, atualmente, o sertão é representado como um espaço em constante transformação. Para tal, utilizo autores como Ortiz (1998), Albuquerque (2011), entre outros.
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