ATENÇÃO EM SAÚDE BUCAL PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) NA ATENÇÃO PRIMÁRIA
DOI:
https://doi.org/10.21680/2446-7286.2025v11n3ID40944Resumen
Introducción: Se estima que 1 de cada 100 niños tiene Trastorno del Espectro Autista (TEA), una condición neurológica que dificulta la interacción social y aumenta los riesgos para la salud bucal, como caries y enfermedades periodontales. La atención odontológica requiere técnicas adaptadas y humanizadas, pero enfrenta desafíos como la falta de capacitación profesional y la infraestructura inadecuada en la atención primaria. Aunque el acceso está garantizado por ley en el Sistema Único de Salud (SUS), sigue siendo limitado debido a la escasez de servicios especializados.
Metodología: Estudio exploratorio, descriptivo y transversal realizado con cirujanos dentistas de la red pública, el coordinador de salud bucal y responsables de niños con TEA en el municipio de Caicó-RN. La recolección de datos se realizó mediante cuestionarios aplicados a 51 participantes. Los datos se analizaron mediante estadística descriptiva, con medidas de tendencia central y variabilidad para variables cuantitativas, y frecuencias absolutas y porcentuales para variables cualitativas. Resultados: La mayoría de los responsables eran mujeres (92%) y solteras (72%), con un ingreso familiar promedio de R$ 1.805,10. Se observó baja frecuencia de actividades educativas (28%) y dificultades en el acceso a la atención odontológica. Entre los profesionales, el 92% no tenía capacitación específica para atender a pacientes con TEA, aunque el 96% declaró realizar dicho cuidado. Las principales barreras señaladas fueron la ausencia de protocolos clínicos, infraestructura inadecuada, falta de formación y tiempo limitado de consulta. Se destacó el apoyo familiar como esencial. Conclusión: La atención en salud bucal a niños con TEA en Caicó-RN enfrenta desafíos estructurales y organizativos. Es urgente implementar servicios especializados, invertir en la formación continua de los profesionales y fortalecer las estrategias de inclusión para garantizar una atención humanizada, alineada con los principios del SUS.
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