PERFORMANCES NEGRAS NOS ESPAÇOS URBANOS DO SÉCULO XIX:

A LATÊNCIA DOS CORPOS NEGROS E SUAS SUTILEZAS/ESPERTEZAS PARA RESISTIR E EXISTIR NO BRASIL DO SÉCULO XIX.

Auteurs-es

DOI :

https://doi.org/10.21680/2595-4024.2025v8n1ID40746

Résumé

O texto busca fazer uma reflexão a partir de pontos históricos no qual o sujeito/a negro/a se coloca em evidência a partir de atos performáticos, nos quais eles/as assumem aí, certa visibilidade. O texto busca compreender nestes atos e ações, a execução dos atos performáticos incitados por corpos excluídos, segregados, corpos em reconstrução, corpos aos quais, a ensaísta Josette Feral vai referenciar no livro “Além dos Limites: teoria e crítica do teatro” (2015), no qual, perpassa o conceito de performance e performatividade, existente em corpos como esses, viventes do século XIX. Esse artigo perpassa também, pelo entendimento de território/(re)torritorialização no qual Muniz Sodré explana no livro: “O Terreiro e a Cidade: a forma social negro-brasileira” (2002), no qual o texto busca se apoiar, para assim, evidenciar a resistência, a resiliência e a vontade de existir desses homens e mulheres negros/as, nos territórios de Minas Gerais, performando ações e construindo caminhos aos quais pudessem existir.

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Biographie de l'auteur-e

Osmar Vanio Fernandes, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

Doutorado em andamento na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) curso: Artes Cênicas, bolsista CAPES. desde Março de 2025. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal de São João del - Rei (UFSJ) 2021. Graduado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) 2009. Tem formação técnica em Teatro (Ator formado) pelo Instituto de Filosofia Artes e Cultura (IFAC-UFOP) 1999.

Publié-e

06-12-2025

Comment citer

FERNANDES, Osmar Vanio. PERFORMANCES NEGRAS NOS ESPAÇOS URBANOS DO SÉCULO XIX:: A LATÊNCIA DOS CORPOS NEGROS E SUAS SUTILEZAS/ESPERTEZAS PARA RESISTIR E EXISTIR NO BRASIL DO SÉCULO XIX. Manzuá: Revista de Pesquisa em Artes Cênicas, [S. l.], v. 8, n. 1, p. 290–315, 2025. DOI: 10.21680/2595-4024.2025v8n1ID40746. Disponível em: https://www.periodicos.ufrn.br/manzua/article/view/40746. Acesso em: 15 mars. 2026.